O MOVIMENTO GLOBUMANISTA

 (A teoria da esperança)

 

 

Uma revolução mundial inspirada pelo globumanismo será a consequência lógica da desumanização das sociedades humanas. Em todos os países do planeta, os governantes "democráticos" ou despóticos têm mostrado um desprezo total pelos seus povos, uma incompetência crassa, e uma submissão ao poder do dinheiro. Corrupção, rapina e violência bárbara dos responsáveis políticos e privados estão a precipitar as populações, em todo o planeta, num inferno de que não há memória desde a aurora da civilização humana.

O globumanismo vem anunciar uma era de reconversão das mentes e dos espíritos para que o Homem possa aceder aos patamares de uma evolução humanista, precavendo-se contra tecnologias alienantes, destruidoras do ADN biológico e cultural da nossa espécie.

 

A tragédia da humanidade no horizonte de todas as previsões

 

A Europa está na primeira linha da catástrofe mundial.  Espaço Schengen, imigração sem controlo e moleza dos poderes públicos face a um multiculturalismo que destrói as nações de acolhimento e que fecha em guetos as populações autóctones, indiferença incompreensível no que diz respeito à razia do que resta das indústrias, serviços e tecnologias europeus, levada a cabo pela China, numa violação desdenhosa das regras do comércio internacional, covarde demissão dos governantes europeus diante do avanço imparável de um islão intolerante, bélico e colonizador. Hoje, mesmo se os governos europeus tentassem fazer marcha atrás, seria demasiado tarde.

Assim será preciso levar a cabo, urgentemente, uma mudança radical na política das nossas nações, precipitar o fim da União Europeia e de todas as suas instituições e pôr em marcha um projecto de reconstrução da Europa com novas leis e princípios. Temos que voltar, imperativamente, a uma laicidade republicana, para parar a propagação do islamismo radical e rejeitar a máquina de guerra do neoliberalismo, a globalização,

Só uma revolução na Europa poderá trazer de volta a nossa produtividade, as indústrias, serviços e tecnologias, o trabalho e a dignidade.

Nestes tempos de dúvidas e interrogações é preciso encontrar a resposta às ameaças que pesam sobre a humanidade, criando um movimento de ideias emancipadas de ideologias colectivistas e de doutrinas religiosas, um movimento que saiba defender a liberdade de  pensamento e de expressão de opinião sem impedimento algum de poderes políticos ou religiosos.

Esse movimento terá que ser forte e estar ponto para lutar sem descanso por um mundo melhor onde a Razão, um progresso humanista e a solidariedade entre os povos criem as raízes de uma outra humanidade.

A revolução cidadã globumanista contribuirá para o nascimento na Europa e no mundo de uma frente de mulheres e homens esclarecidos, corajosos, determinados, serão eles que darão ao mundo um humanismo portador de esperanças.   

O globumanismo não é uma ideologia ou uma religião, não é também um conceito filosófico, é apenas uma teoria, a teoria da Esperança, a esperança numa transformação radical das sociedades humanas.

Ao engendrar um movimento de pensamento que toma a sua essência em três atitudes da conduta humana: progresso, justiça, solidariedade, e procurando a sua inspiração nas conquistas do Conhecimento, o globumanismo abre caminhos para o mundo da paz, do respeito e da tolerância, do amor ao próximo, da compaixão pelo género humano.

Não esqueçamos nunca que os princípios universalistas do individualismo fazem de cada ser humano um ser único, livre, inviolável, senhor do seu destino.

Cada um de nós, sendo um elemento fundamental da humanidade será chamado a ter um papel fundamental na harmonização e na humanização da sociedade na qual vive.

A nossa evolução como espécie dependerá da maneira como agiremos com tudo o que nos rodeia. Das nossas boas acções resultarão boas reacções.

Assim ao percorrer as vias de uma espiritualidade pessoal que leve à serenidade e ao bem-estar psíquico e fisiológico, não deixemos de participar plenamente na milagrosa transformação da alma colectiva.

O globumanismo enquanto essência de uma cidadania fraternal, mundial, não deixará de exaltar e de propagar as suas ideias universalistas, agirá politicamente contra os poderes governamentais das nações, obrigando-os a respeitar, na sua integralidade, a Declaração Universal dos Direitos Humanos, adoptada e proclamada na Assembleia Geral das Nações Unidas, na sua resolução 217 A (III) de 10 de Dezembro de 1948. 

No espaço de uma geração, a humanidade poderá aceder a um mundo sem guerras, a um sistema económico justo e equilibrado em termos sociais e ambientais.

 

 

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